Justiça extingue última ação que questionava eleição da Mesa Diretora da Câmara de Macapá

Vereadores já tinham pedido, em 20 de outubro, encerramento do outro mandado de Segurança, na esperança de que os pedidos desta ação fossem acolhidos pelo TJAP

O desembargador Carlos Tork, do Tribunal de Justiça do Amapá (TJAP), extinguiu, nesta sexta-feira (23), por perda superveniente do objeto, o mandado de segurança que questionava o Edital nº 002/2026 da Câmara Municipal de Macapá, relacionado à eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028.

Na decisão, o magistrado entendeu que, com a realização da eleição em 13 de outubro e o esgotamento dos efeitos do edital questionado, o objeto original da ação deixou de existir. Os vereadores impetrantes pretendiam suspender os efeitos do edital e assegurar a participação da Chapa B no processo eleitoral.

Segundo Carlos Tork, eventuais questionamentos sobre a sessão eleitoral realizada posteriormente deveriam ser apresentados em ação própria. O desembargador destacou, inclusive, a existência de outro mandado de segurança, de nº 6004677-05.2026.8.03.0000, que questiona diretamente os atos da eleição. Nesta ação, o vereador Marcelo Dias já tinha protocolado em 20 de outubro, pedido formal de desistência, solicitando a extinção da ação sem julgamento do mérito.

Com a extinção desse processo, encerra-se mais uma disputa judicial envolvendo a eleição da Mesa Diretora, que toma posse em 1 de janeiro de 2027.

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