‘DALUA’ RECEBE VIGILANTES E TENTA RESOLVER HERANÇA MALDITA DEIXADA POR FURLAN. SÃO MAIS DE 600 TRABALHADORES QUE ALEGAM ESTAREM 14 MESES DE SALÁRIOS ATRASADOS.

Mais de 600 trabalhadores denunciam a falta do pagamento e o impacto direto na subsistência das suas famílias.

O prefeito interino de Macapá, Pedro DaLua, recebeu nesta segunda-feira , 13, a comissão dos vigilantes da Cooperativa Prosseg, que atuavam em escolas, praças e outros prédios públicos do município. A categoria denuncia o atraso de até 14 meses de salários, situação que atinge mais de 600 trabalhadores, atualmente sem renda e fora de suas atividades.

Durante a reunião, os profissionais relataram as dificuldades enfrentadas ao longo do período sem pagamento, destacando impactos diretos na subsistência das famílias. A cooperativa tinha contrato com as secretarias de educação e turismo.

O prefeito ouviu as demandas e afirmou que a atual gestão irá realizar um levantamento detalhado da situação contratual e financeira deixada pela administração anterior. A medida é necessária para garantir segurança jurídica antes de qualquer decisão voltada ao pagamento dos débitos.

“Sabemos da gravidade do problema e do sofrimento dessas famílias. Não foi a nossa gestão que gerou essa dívida, mas é nossa responsabilidade buscar uma solução. Vamos fazer um levantamento criterioso para entender a real situação e, a partir disso, encontrar caminhos legais para viabilizar o pagamento”, afirmou Pedro DaLua.

Além da análise dos débitos, o prefeito também anunciou que o município deve iniciar um novo processo licitatório para regularizar os serviços de vigilância nos prédios públicos, garantindo a retomada das atividades de forma organizada e dentro da legalidade.

Após o encontro, o vigilante Wendel Carvalho falou da expectativa dos trabalhadores, ressaltando a urgência de uma resposta concreta por parte do poder público.

“A gente já não sabia mais a quem recorrer. São mais de um ano sem receber, pais e mães de família passando necessidade. O que queremos é dignidade e o que é nosso por direito. Saímos daqui com esperança de que dessa vez a situação vai ser resolvida”, disse.

A prefeitura informou que o caso será tratado como prioridade pela gestão municipal e em breve terá uma resposta aos trabalhadores.

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