
O gestor destacou força-tarefa para manter os serviços de melhorias em áreas como a educação, saúde, infraestrutura e a limpeza urbana durante os meses de gestação interina
Após dois meses de gestão interina, o prefeito de Macapá, Pedro DaLua, realizou nesta terça-feira, 5, uma coletiva de imprensa para esclarecer os novos rumos administrativos da gestão municipal, após o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, prorrogar por tempo indeterminado o afastamento do vice-prefeito investigado por fraude na saúde. O ministro atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal.
Durante a coletiva, DaLua destacou os avanços nos serviços essenciais prestados à população nas áreas da educação, saúde, infraestrutura e a força- tarefa para manter a limpeza urbana. Além disso, ele também evidenciou os desafios de encontrar uma prefeitura fragilizada e que está em tratativas para melhorar atividades fundamentais como a mobilidade urbana.
“Minha gestão daqui para frente é de maturidade, seriedade, tranquilidade e, sobretudo, compromisso com os serviços essenciais. Encontramos a prefeitura com muitos problemas que precisam de tempo para serem resolvidos. Organização e planejamento são tudo, e agora temos um prazo a mais e podemos trabalhar com calma e responsabilidade para entregar um serviço de qualidade à população”, afirmou DaLua.

O gestor também afirmou que irá colaborar integralmente com as investigações conduzidas pela Polícia Federal sobre a gestão anterior e destacou que os novos rumos da Prefeitura de Macapá serão pautados pela transparência e pelo compromisso com a continuidade dos serviços públicos. DaLua inda destacou a importância da imprensa local como parceira na disseminação de informações verdadeiras à sociedade.
De acordo com a decisão do STF, o afastamento do vice-prefeito de Macapá, Mário Neto, segue para não comprometer os serviços da Operação Paroxismo, que investiga a possível manipulação nos contratos da obra de setenta milhões de reais para a construção de um hospital no município, que teria favorecido empresas e agentes públicos. Os agentes também apuram desvio de recursos de emendas parlamentares entre 2020 e 2024.


