
Wellington Raad , hoje com 35 anos de idade , responsável pelo assassinato da família Konishi em 2010, e condenado a 57 anos de prisão , foi um dos alvos da operação denominada ‘Contágio’, que teve como objetivo desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, segundo as investigações entre os anos 2021 e 2025, a organização criminosa teria movimentado cerca de R$ 52 milhões em contas bancárias.
A Operação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Núcleo de Investigações (Nimp), e contou com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), da Polícia Militar, Polícia Civil e do Grupo Tático Prisional do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen).

Um dos alvos principais foi que segundo o Ministério Público fazia o comércio ilegal funcionar dentro do IAPEN era Wellington Raad,responsável pela morte de , Caroline Camargo Rocha Passos, que na época tinha 32 anos, Vitória Konishi, de 11, e o amigo Marcelo Konishi, de 17 anos, todos encontrados mortos na casa da família no bairro Jardim Equatorial no ano de 2010.
Segundo as investigações Raad faz parte de facção criminosa que atua dentro e fora do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN). Além dele, outro alvo da Operação seria um ex-servidor terceirizado do Iapen, já preso por outros crimes. O grupo era comandado por detentos do Instituto de Administração Penitenciária (lapen) e contava com apoio de esposas e familiares fora do presídio.
Ao todo, foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão e 9 mandados de prisão preventiva. As prisões ocorreram em bairros de Macapá — Buritizal, Infraero
1, Marabaixo 4 e Nova Esperança — além da sede da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC) e no próprio lapen.

