O GUARDA MUNICIPAL DO AMAPÁ QUE ATUA NO PARÁ, JÁ FOI ALVO DE OUTRA OPERAÇÃO EM 21, QUE APUROU O SEQUESTRO DE UMA AERONAVE NO SUL DO AMAPÁ.

O guarda Municipal Pedro de Morais Santos Garcia, de 43 anos, está foragido, ele foi um dos principais alvos da Operação Avadon, realizada no Amapá, e em outros 5 estados.

De acordo com a polícia Pedro já tinha sido alvo de uma operação em 2021, que investigava o roubo de uma aeronave sequestrada durante viagem a um garimpo no Sul do Amapa. O avião saiu de Laranjal do Jari para o Pará e foi encontrado no dia seguinte em Sinop (MT).

O Sequestro do Avião :

Na época a própria empresa dona da aeronave foi quem registrou um Boletim de Ocorrência (BO) relatando o desaparecimento do equipamento. As informações davam conta de que o avião chegou a pousar no garimpo com o piloto e o passageiro, que contratou o transporte. No entanto, ao aterrissarem, o piloto foi rendido e uma terceira pessoa embarcou.
Em seguida, o piloto foi obrigado a uma nova decolagem para um destino não informado.

O avião monomotor do modelo
Cessna Skylane 182 RG foi sequestrado depois de ter partido de Laranjal do Jari, no Amapá, rumo a um garimpo ilegal na região do Pará e foi encontrado no dia seguinte em Sinop, em Mato Grosso.

Após meses de investigações, coordenadas no Amapá pela Divisão de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), foi identificado que a ordem para o roubo partiu de narcotraficantes que enviavam drogas da Bolívia para o estado através de aeronaves de pequeno porte.
O avião foi roubado após outra aeronave da organização ser apreendida com entorpecentes no Paraguai.

Segundo as investigações guarda municipal de Marituba (PA), é apontado pela polícia como o maior traficante de drogas do Amapa. Ele é considerado liderança da facção Família Terror do Amapá (FTA) e responsável pela logistica de distribuição.

Os rios da Amazônia eram estratégicos e facilitavam o esquema. O guarda municipal não agia sozinho , a operação prendeu dois policiais militares do Pará , José das Graças Pares Monteiro e Fernando Henrique da Silva Albernas, que foram presos no Pará. A base de Pedro ficava entre Amapá e Pará.
A localização estratégica e os rios da
Amazônia facilitavam o esquema.O tráfico envolvia cocaína e crack enviados em navios entre Macapá e Santana. As drogas eram fracionadas e escondidas em objetos comuns para evitar suspeitas.

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