“OPERAÇÃO NÊMESIS”DRACO PRENDE TRÊS PESSOAS E DESARTICULA CÉLULA CRIMINOSA RESPONSÁVEL PELA MORTE DO POLICIAL PENAL ESTEVAM.

Na manhã desta segunda-feira 02/03, a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco ), deflagrou a Operação ‘Nêmesis ‘ com objetivo de desarticular uma célula criminosa responsável pelo homicídio do Policial Penal Estevam
Carvalho Trindade, morto em julho de 2025, no município de Santana.

A Operação contou com o apoio da Core e GTA, prendeu dois homens que estavam em suas residências, e um outro homem já estava preso dentro do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN).
E ainda foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão.

O caso :

O policial penal Estevam Carvalho Trindade, de 49 anos, foi executado com tiros à queima roupa no dia 17 de julho de 2025 no bairro do Paraíso, no município de Santana, distante cerca de 17 quilômetros de Macapá.

Na época as imagens de câmeras locais mostraram o momento em que o suspeito, chega em uma bicicleta e estava usando um capuz, o homem se aproxima da oficina onde o policial estava. Ele deixa a bicicleta na calçada e depois entra no estabelecimento, e efetuou vários disparos contra o policial que morreu no local.

Prisão :

Na sexta-feira do dia 18/07, um dia após o crime Marcos Luan Silva Carvalho, de 19 anos, foi preso em uma ação conjunta do GTA e Policia Civil, suspeito de ser o autor do assassinato, o homem foi preso no bairro da Fazendinha, em Macapá.

O que foi apurado e noticiado na época do crime:

O que se sabia na época do crime ocorrido , é que o Policial teria contratado o serviço de um pedreiro , e adiantado a quantia de R$ 15 mil , e o serviço não teria sido feito , então o policial Estevam teria feito várias cobranças ao pedreiro . Segundo apurado na época o pedreiro procurou a filha , e relatou estar sendo pressionado pelo policial.

A filha do pedreiro contou o que estava acontecendo para o marido, que esta há 1 anos preso no Instituto de Administração Penitenciária do Amapa (lapen), no pavilhão F2.

Segundo a polícia, ele seria o mandante do crime. Os três foram presos, porém, soltos durante audiência de custódia.

De dentro da prisão, o detento que cumpre pena por tráfico e homicídio teria ordenado a execução de Estevão. Ele teria cobrado essa “missão” de Markus Luan Silva Carvalho, de 19 anos, conhecido como “Meque”, em troca do perdão de uma dívida de R$ 8 mil que Markus tinha com ele, por ter perdido uma arma.

Informações oficiais:

Segundo o Delegado Estéfano Santos, titular da DRACO, ao todo, seis indivíduos participaram diretamente da empreitada criminosa, divididos entre planejamento, monitoramento e execução. Os demais envolvidos no caso foram presos em flagrante na época do crime.

“Entre os presos hoje, as funções foram estratégicas: um homem de 25 anos atuou como suporte operacional externo, garantindo recursos para a fuga e compra de vestimentas para os executores, enquanto outro homem, de 24 anos, foi o responsável pelo monitoramento meticuloso da vítima, filmando sua rotina na retífica para confirmar sua identidade aos matadores. A investigação revelou que o crime foi motivado por um desentendimento comercial entre a vítima e um pedreiro de 48 anos, que não entregou serviços de construção civil previamente quitados. A filha deste pedreiro, uma mulher de 30 anos, teve participação crucial ao realizar a intermediação entre o conflito pessoal de seu pai e a cúpula da facção criminosa, da qual seu companheiro é uma das lideranças. Ela repassava informações do ambiente externo para o interior do presídio, facilitando o fluxo de ordens para a execução”, afirmou o delegado.

Durante as diligências, o cumprimento dos oito mandados de busca em endereços vinculados ao grupo, em Santana e Macapá, resultou na apreensão de celulares e dispositivos eletrônicos que passarão por perícia para identificar novas ramificações do grupo.

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