DECCP PRENDEU O VULGO “VAN”, FORAGIDO CONDENADO À MAIS DE 4 ANOS POR AMEAÇAR UMA CRIANÇA DE 8 ANOS COM UMA FACA DURANTE ASSALTO NA SÉTIMA DO ARAXÁ EM 2020.

Agentes da Polícia Civil do Amapá, através da Delegacia Especializada nos Crimes contra o Patrimônio (DECCP) prenderam Elcivan Ribeiro Veiga de 23 anos de idade o vulgo ‘Van’ , condenado a 4 anos e 9 meses de prisão por assalto à uma família no dia 23 de setembro de 2020, por volta das 04h00min, onde o Elcivan Ribeiro Veiga, foi até a residência localizada na Sétima Avenida do Araxá, bairro Araxá, e lá, mediante grave ameaça com arma branca, tipo faca, subtraiu 01(uma) mochila de cor preta; 01 uma bateria MOURA, de cor preta; 03 (três) pares de tênis, sendo 01 (um) FILA, de cor azul, 01 (um) FILA de cor preta e 01 (um) NIKE de cor cinza; 01 (um) chapéu de cor branca, marca ADIDAS, 02 (duas) fontes, de cor preta e 01 (um) celular LG K11, de cor preta.

Durante o assalto, ele fez uma criança de 8 anos de refém, ameaçando-a com a faca encostada em seu pescoço, enquanto exigia a entrega de pertences e valores da família.

Após a ameaça e a subtração de alguns bens, ele fugiu do local.

Após ser capturado, processado judicialmente e condenado em sentença definitiva em 2023, o homem não se apresentou para cumprir a pena e permaneceu foragido desde então, desrespeitando a decisão judicial.

Em resposta, policiais civis da DECCP, em colaboração à denominada Operação Harpia, intensificaram as buscas, realizando operações de inteligência e monitoramento para localizar o condenado.

Após dias de diligências, a equipe conseguiu cumprir o mandado de prisão, pondo fim à fuga e garantindo o cumprimento da pena estabelecida pela Justiça.

Segundo o Delegado Leandro Vieira Leite, titular da Delegacia Especializada nos Crimes contra o Patrimônio (DECCP), “esse indivíduo apresentou risco extremo para a segurança de uma família e, principalmente, de uma criança, que foi ameaçada diretamente. A prisão representa o compromisso da Polícia Civil no cumprimento das decisões judiciais e na proteção à sociedade”.

O condenado foi encaminhado ao IAPEN.

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