
Raylan Vales Cruz, de 22 anos está sendo acusado de atuar como falso cirurgião plástico numa clínica na Zona Norte de Macapá.
O falso cirurgião utilizava suas redes sociais para divulgar os procedimentos e conseguir novos clientes.
Em uma página no Instagram que tinha 14 mil seguidores, o falso cirurgião interagia com clientes. A polícia civil através da justiça conseguiu desativar a página, Raylan atuou de forma irregular no Amapá
durante seis meses, após um cliente ter seu rosto deformado a polícia civil começou a investigar o caso.
O falso médico faturou durante este período cerca de R$ 250 mil em procedimentos estéticos.

A polícia civil começou a investigar após uma mulher que não teve a identidade revelada fazer uma denúncia de que passou por um procedimento no rosto com o falso profissional, e que após o serviço teve que realizar outra cirurgia, desta vez com um médico licenciado, para corrigir problemas na cirurgia anterior.
Segundo a polícia o falso médico oferecia serviço de correção em ouvido, nariz .
A partir da denuncia a polícia civil deu início as investigações e em uma busca na residência dele encontram diversos materiais que caracterizavam a ilegalidade do exercício da profissão.
No local tinham materiais para cirurgia, além de apostilas, o local onde Raylan fazia os procedimentos foi fechado pela vigilância sanitária.
A polícia civil pediu a prisão do médico mais foi negado.
Ele vai responder pelos crimes de falsa identidade, falsidade documental, exercício ilegal da medicina e indução de consumidor a erro por meio de publicidade
